GoLoop

Identificação de visitante


Identificação é o momento em que uma pessoa deixa de ser um código e passa a ter nome, e-mail ou telefone. É o que transforma visita em contato.

O que a torna útil não é o cadastro em si — é o que vem com ele: as visitas anteriores daquela pessoa, que eram anônimas, passam a pertencer a alguém. Você descobre não só que fulano preencheu o formulário, mas que ele já tinha lido a página de preço duas semanas antes.

O que serve como identificador?

Três coisas, e só três, nesta ordem de precedência quando mais de uma aparece:

  • ID externo — o identificador do seu sistema, quando você o envia. É o mais forte, porque é o seu.
  • E-mail — normalizado antes de comparar, para que a mesma caixa escrita de dois jeitos não vire duas pessoas.
  • Telefone — também normalizado, com o país padrão do workspace para números sem prefixo.

De onde vem a identificação?

De um formulário do seu site que você mapeou, de um modal do GoLoop, ou de um parâmetro na URL — útil quando a pessoa chega por um e-mail que você mesmo enviou e já sabe quem ela é.

Nenhum desses caminhos exige programação, desde que o formulário esteja mapeado. Enviar o ID externo é o único que passa pelo seu código.

O que acontece com o histórico anônimo?

Nada se move, e isso é de propósito. O perfil anônimo já era o perfil daquela pessoa; identificar muda o estado dele.

Evento não é recriado, sessão não é duplicada, horário não é alterado — porque nada precisa mudar de lugar. A consequência prática: a data da primeira visita continua sendo a de verdade, e não a do dia em que a pessoa preencheu o formulário.

E se o mesmo e-mail já pertencer a outro perfil?

O GoLoop não funde sozinho. Ele registra a colisão e mantém os dois perfis separados, esperando decisão de uma pessoa.

A postura é conservadora de propósito: dois perfis separados são um incômodo, mas uma fusão errada mistura a jornada de duas pessoas e é cara de desfazer. Dado incompleto é melhor que dado em que não se confia.

Fluxos comuns

  • Mapear o formulário de contato e ver, no dia seguinte, quem já visitava o site havia semanas.
  • Enviar uma campanha por e-mail com o endereço na URL e identificar quem clicou, mesmo sem ela preencher nada.
  • Resolver uma colisão de e-mail decidindo se são a mesma pessoa ou duas.
  • Medir num funil a etapa "deixou de ser anônima", que é onde a maioria dos sites perde a jornada.

Perguntas frequentes

Identificar é o mesmo que criar um cadastro?

Não. O perfil já existia desde a primeira visita, anônimo. Identificar é ligar um nome ao que já estava lá.

Preciso de consentimento para isso?

A identificação parte de um dado que a própria pessoa entregou — um formulário que ela preencheu, um link que ela clicou. As obrigações de base legal e retenção continuam sendo suas, e a plataforma oferece prazo de retenção e exclusão para cumpri-las.

Uma fusão errada pode ser desfeita?

Sim, dentro de uma janela de trinta dias. Depois disso ela é definitiva — outra razão para a plataforma não fundir por conta própria.

Dá para identificar sem formulário nenhum?

Dá, por parâmetro na URL ou enviando o ID externo do seu sistema. É o caminho de quem já sabe quem é a pessoa antes dela chegar.

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