Sugestão de eventos
Você informa uma página; a plataforma lê o conteúdo dela e lista o que costuma valer a pena medir: formulário, botão de WhatsApp, telefone, vídeo, download, botão de ação.
O ponto não é reconhecer — é a lista virar ação. Cada sugestão sabe se já virou evento, e vira definição sem ninguém copiar seletor a dedo.
Por que isso existe?
Porque a parte difícil de medir um site não é a ferramenta: é decidir o que medir e acertar o seletor do elemento.
Antes, o reconhecimento existia e parava na vitrine: a pessoa lia a lista e ia criar o evento à mão em outro lugar, copiando o seletor. Era o passo em que a maioria desistia.
O que acontece com cada sugestão?
Ela tem um estado próprio: nova, já virou evento, ou recusada. Recusar é uma decisão que fica registrada — a mesma sugestão não volta a incomodar na próxima leitura.
A leitura pega tudo?
Não, e a tela diz isso. A leitura pelo servidor vê o HTML como ele chega — conteúdo montado depois pelo JavaScript não aparece.
Para esses casos existe o modo de apontar, que abre a sua página e enxerga o que o navegador montou. Os dois caminhos convivem porque nenhum sozinho cobre todo tipo de site.
Fluxos comuns
- Ler a página de contato e transformar o formulário e o botão de WhatsApp em eventos, de uma vez.
- Conferir se uma landing page nova tem tudo que importa sendo medido.
- Recusar de vez as sugestões que não interessam, para a lista ficar limpa.
Perguntas frequentes
A sugestão cria o evento sozinha?
Não. Ela prepara a definição; quem aprova é você. Catálogo que cresce sozinho vira catálogo que ninguém lê.
Preciso rodar de novo quando a página mudar?
Sim — a leitura é de um momento. Depois de uma reformulação da página, vale reler.
Funciona em site feito em React?
Pela leitura do servidor, parcialmente: o HTML inicial costuma ser vazio. Nesses casos use o modo de apontar.
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